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	<title>MARINGAY &#187; Entrevistas</title>
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	<description>Alguns maringaenses são gays, supere!</description>
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		<title>Entrevista exclusiva com Rafael Lelis</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Jul 2010 02:51:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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Rafael Lelis é um paulistano de 27 anos e com muita historia a contar. Auto-intitulando-se de DJ/remixer/produtor, Lelis é hoje um dos disk-jokeys que mais se destacam na cena nacional. 
Você tem alguma lembrança de quando tocou em Maringá?
Sim, claro. Todos os lugares deixam lembranças. Toquei algumas vezes em Maringá, e foi muito bom. Tirando [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/Rafael-Lelis-1.jpg" alt="" />Rafael Lelis é um paulistano de 27 anos e com muita historia a contar. Auto-intitulando-se de DJ/remixer/produtor, Lelis é hoje um dos disk-jokeys que mais se destacam na cena nacional. </p>
<p><strong>Você tem alguma lembrança de quando tocou em Maringá?</strong><br />
Sim, claro. Todos os lugares deixam lembranças. Toquei algumas vezes em Maringá, e foi muito bom. Tirando a última vez, que fui para a  festa Party People, onde eu e as Drags tivemos sérios problemas em relação a pagamento. Não recebemos, e eu ainda fui roubado por um cara da equipe da festa. Foi bem complicado, mas são águas passadas. Graças a Deus o dinheiro que não recebi e que me foi roubado não fez falta. A gente batalha, segue em frente.</p>
<p><strong>Quando e como surgiu o DJ Rafael Lelis?</strong><br />
Desde adolescente eu era muito, mas muito ligado a música Dance. Lá pelos meus 16 anos eu ganhei um computador e fui conhecendo os programas de produção musical, mas eu ainda era bastante iniciante. Lá por 1998 eu conheci o Tribal House, e simplesmente me apaixonei por Thunderpuss e também gostei de alguns outros produtores. Comecei então a me aprofundar na produção desse estilo, e a divulgar meus remixes na internet. Foi aí que eu comecei a receber ligações de diversas partes do país, perguntando quanto eu cobraria para tocar. Mas eu não era Dj, apenas produtor, e perdi muitas oportunidades de trabalho. Foi aí que eu senti a necessidade de apreender a profissão de Dj, e tive uma grande ajuda de dois amigos, que são o Dj Jura, da Tunnel, e o Dj Guto Rodrigues. Foram eles que me deram oportunidades de dar as primeiras sambadas, para poder ser o Dj que sou hoje.</p>
<p><strong>De que forma você pesquisa músicas novas?</strong><br />
Existe a grande fonte de todos, que é a internet, mas a gente também recebe material de muitas pessoas que são anônimas, e que, de repente fizeram um ótimo trabalho. Os Dj&#8217;s amigos também ajudam bastante. Hoje em dia temos uma infinidade de produções rodando. A maioria é de mediana pra péssima, mas temos! E sem a ajuda de amigos acabamos deixando muita coisa boa passar.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/Rafael-Lelis-2.jpg" alt="" /><strong>O que não tocaria de forma alguma?</strong><br />
Dentro do meu seguimento que é o Club House, eu só evito ao máximo tocar remixes com masterização muito ruim, e linhas harmônicas erradas. Eu tenho um ouvido que não deixa passar uma nota em desacordo, e me dói escutar remixes com erros assim. Temos que entender que música de pista não deixa de ser música, e cantor cantando em um tom e teclado gritando em outro não dá! Harmonia é o mínimo que eu espero de um remix pra poder chamá-lo de música. Se isso não existe, para mim é barulho!</p>
<p><strong>Qual a melhor festa que você já tocou?</strong><br />
Não existe isso. Como profissional, eu trabalho enquanto os outros se divertem. Acho que melhor festa para mim é as que me possibilitam de trabalhar com uma estrutura legal, com um equipamento bom, sem defeitos.</p>
<p><strong>Quando você está em casa que tipo de som escuta?</strong><br />
Eu tenho um gosto muito peculiar. Eu amo Dance Music, em quase todas suas vertentes, e um pouco de Rock, Ballad, etc. Então escuto muito artistas como Moby, Daft Punk, Chemical Brothers, muita coisa oldschool (grupos de música eletrônica antigos). Eu gosto muito de cantoras verdadeiramente talentosas. Não dispenso um vozeirão. Atualmente tenho escutado muito Susan Boyle, Clara Nunes&#8230; Ah, e Cher, sempre e sempre!</p>
<p><strong>Quais os Djs que você já dividiu o set?</strong><br />
Já estou a quase 7 anos tocando, mas não costumo dividir set. Geralmente viajo como atração, então sempre me colocam pra tocar sozinho durante umas duas horas, ou até três horas!</p>
<p><strong>Quais remix você esta produzindo no momento?</strong><br />
No momento estou fazendo um reconstruction de &#8220;Swedish House Mafia &#8211; One (Your Name)&#8221;, que provavelmente não vou liberar tão cedo. Será como um tempero para meus sets</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/Rafael-Lelis-3.jpg" alt="" /><strong>Qual foi seu pior pesadelo quando estava tocando?</strong><br />
Já tive muitos. Som desligando, CDJ que não lia os CD&#8217;s, equipamento desligando sozinho, equipamento dando choque, gente bêbada subindo na cabine e quase derrubando bebida em cima de tudo&#8230; Nossa, são muitas situações complicadas. Retorno eu nem peço mais, de tantas vezes que tive que tocar sem eu acostumei. Viro perfeitamente só no fone, ou até sem retorno e fone. Pelo pouco que eu falei aqui você pode perceber que as pessoas glamorizam muito a posição de DJ, mas poucas sabem as bombas que as vezes são jogadas nas nossas mãos! Tem que rebolar.</p>
<p><strong>O que de mais engraçado, estranho ou picante você já viu enquanto tocava?</strong><br />
Olha, lá de cima da cabine a gente vê muita situação que nos faz ter a famosa vergonha alheia. Uma coisa engraçada é você se matar pra fazer aquele set foda e receber bilhetes do tipo &#8220;Toca Funk&#8221;, ou coisas do tipo.</p>
<p><strong>Qual de suas produções fez mais sucesso?</strong><br />
Difícil dizer. E digo isso agradecendo a Deus, pois desde os primeiros lançamentos em 2004, que foi a época que eu fiz músicas para Silvetty, Dimmy Kieer até hoje foram muitos, muitos mesmo! Só tenho a agradecer sempre!</p>
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		<title>Maringay entrevista Tati Vieira, sócia do D-Vinyl</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 23:10:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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Quando e como você começou a frequentar boates gays?
Em 2002 com amigos, por curiosidade.
Como surgiu o D-Vinyl?
Rolou uma proposta do primeiro dono do D-Vinyl. Ele queria uma festa promovida por mim para o segmento gay, depois de realizar algumas festas surgiu a oferta de compra, eu minha sócia Francielle topamos e estamos aí até hoje.
Quais [...]]]></description>
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<p><img class="alignright" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAPbowm2mmcxGh4rNlwc1dv1ZY2zM0PoR-TjvGm2JZrmaGOdU4majjCgHyIW0T6L4-MCYxkGgPUMuLs8C4aH5o6QAm1T1UAX7_tiofghI1DUl3WVGQohHYU51.jpg" alt="" width="356" height="266" /><strong>Quando e como você começou a frequentar boates gays?</strong><br />
Em 2002 com amigos, por curiosidade.</p>
<p><strong>Como surgiu o D-Vinyl?</strong><br />
Rolou uma proposta do primeiro dono do D-Vinyl. Ele queria uma festa promovida por mim para o segmento gay, depois de realizar algumas festas surgiu a oferta de compra, eu minha sócia Francielle topamos e estamos aí até hoje.</p>
<p><strong>Quais são as principais mudanças com a reforma do D-Vinyl?</strong><br />
A mudança do espaço físico para um designer mais arrojado e com maior comodidade e mudanças nas festas e temáticas, pois uma casa como a nossa sempre deve renovar e mostra as tendências.<br />
O D-Vinyl faz parte da noite maringaense já há cinco anos, e pensamos que nada seria melhor do que presentear os clientes da casa com uma repaginada geral, porém, buscando preservar as características principais que fizeram do estabelecimento o sucesso que é.</p>
<p><strong>O que você acha do mercado gay de Maringá?</strong><br />
O mercado gay de Maringá vem crescendo bastante e esta inexplorado<br />
ainda em varias áreas. Acho que temos muita coisa por fazer!</p>
<p><img class="alignleft" src="http://images.orkut.com/orkut/photos/OgAAAAUffVOLhULIF_Zu3p-6j79C4oGXswQsoNzJHOSfScEfuypQkB4csIL8hAuw7N3kRuiNJ1lAq1WXRuhupPb5oF8Am1T1UIrQE3SAmMeOPgDvmsCluK3Z2Oh1.jpg" alt="" width="436" height="245" /><strong>Qual o diferencial do D-Vinyl em relação às outras boates de Maringá?</strong><br />
Acho que o diferencial sempre foi a diversão que oferecemos aliada à educação no trato com o cliente.<br />
Criamos uma identidade própria no relacionamento com os clientes e no funcionamento da casa. Muito dos frequentadores se sentem em casa no D Vinyl, o respeito com todos é uma marca no nosso trabalho.</p>
<p><strong>Qual foi sua festa preferida no D-Vinyl?</strong><br />
Difícil dizer qual é minha preferida, mas uma delas é a da Tequila, que costuma ser uma das mais divertidas, as pessoas vão pra balada pra se jogar.</p>
<p><strong>Você pode adiantar com exclusividade alguma festa para 2010?</strong><br />
Temos varias festas novas, mas isso vai ser revelado na hora certa. Espero que o pessoal goste das novas temáticas e que se divirtam com essa nova fase do D-Vinyl, mas o que posso adiantar e que com toda certeza é que o primeiro lugar a soltar o flyer da nossa primeira festa será o Maringay.</p>
<p><strong>Tirando o D-Vinyl, quais seus lugares preferidos para as noites em Maringá? </strong><br />
Quando eu não estou no D-Vinyl geralmente estou em casa descansando, mas gosto de muitos lugares em Maringá pra descontrair, seria injusto dizer que gosto só de um, dependendo do dia e da disposição tenho os meus preferidos.</p>
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		<title>Dicesar Ferreira</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 21:56:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
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Se para muitos o pôr-do-sol indica o fim do dia, para o maquiador Dicesar, de 44 anos, a jornada de trabalho ainda está na metade. Durante o dia, ele trabalha entre pinceis e cosméticos para embelezar suas clientes. Quando a noite chega, dedica seu talento para o próprio rosto e se transforma em Dimmy Kieer, [...]]]></description>
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<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/dicesar-bbb10.png" alt="" />Se para muitos o pôr-do-sol indica o fim do dia, para o maquiador Dicesar, de 44 anos, a jornada de trabalho ainda está na metade. Durante o dia, ele trabalha entre pinceis e cosméticos para embelezar suas clientes. Quando a noite chega, dedica seu talento para o próprio rosto e se transforma em Dimmy Kieer, uma drag queen que brilha em palcos de boates por todo o Brasil. </p>
<p>Dicesar Ferreira deu entrevista exclusiva ao site MARINGAY e conta como esta sendo sua vida depois da fama e suas passagens por Maringá.</p>
<p><strong>Como e quando surgiu a Dimmy Kieer?</strong><br />
Dimmy Kieer surgiu no inicio dos anos 90 no auge do mundo clubber. Na época maquiadores e cabeleireiros se montavam apenas para dançar e se divertir nos clubes de São Paulo e Rio, assim de tanto maquiar meus amigos na curiosidade me maquiei e nunca mais parei. Dimmy é meu apelido e Kieerr vem da cantora psicodélica Lady Miss Kieer do grupo psicodélico Deee-Lite.</p>
<p><strong>Quais lembranças você tem de Maringá?</strong><br />
Tenho só lembranças boas. Eu já tive uns namorados que moravam em Maringá. A 25 anos atrás eu passei meu natal bebendo champagne na frente da Catedral ta meu bem, abafa o caso. Depois de drag já fiz varias festas incríveis, tive um amigo que foi muito especial tinha acabado de chegar do Japão e fazia umas festas maravilhosas, hoje não se falamos mais. Infelizmente neste mundo de shows se decepcionamos as vezes com as pessoas. Também já fiz varias festas com a drag Elvira nos bons tempos da boate Stravaganza.</p>
<p><strong>Depois da fama, você já recebeu algum convite para se apresentar em Maringá?</strong><br />
Não. Imagina, em setembro já acharam meu cache de [R$] 1.200 caríssimo imagina agora depois do BBB (Big Brother Brasil). Infelizmente somos muito desvalorizados, o BBB veio pra acrescentar isso na minha vida, agora to viajando para o Brasil todo com um cache bem melhor.</p>
<p><strong>Você se candidatar para algum cargo publico?</strong><br />
Quando acabei de sair da casa do BBB ate fui chamado, mas na época não queria ver meu nome vinculado a politica. Agora que vejo que eu deveria ter aceitado. A quantidade de beijos, abraços e fotos que tiro na rua, não tinha noção da minha popularidade no meio hétero.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/1263172649083_f.jpg" alt="" /><strong>Qual o inimigo numero 1 dos LGBT’s brasileiros?</strong><br />
Nosso maior inimigo é o preconceito, os homofóbicos de plantão.</p>
<p><strong>Qual conselho você diria para alguém que quer se assumir homossexual?</strong><br />
Não precisa falar &#8220;eu sou gay&#8221; apenas seja você, do jeito que você é, seja feliz. Quem gostar de você vai estar do seu lado te dando apoio.</p>
<p><strong>Qual sua opinião sobre as Igrejas?</strong><br />
Uma mentira deslavada, estudei em seminários 11 anos e vi e convivi, descobri e me descobri dentro de um seminário, tenho amigos padres gays hoje em dia. Impossível ainda a Igreja Católica ter preconceito com homossexuais assumidos, por isso que esta crescendo igrejas para gays, tem um do lado da minha casa, as vezes eu participo das reuniões e das orações e te confesso que me sinto muito bem.</p>
<p><strong>Você viria a uma parada gay em Maringá?</strong><br />
Demorou ter uma parada gay em Maringá e em Londrina que tem um quantidade grande de gays. Não só pela quantidade mas sim pra informar a sociedade dos nossos direitos como cidadães e pessoas de bem com a sociedade e dos nossos projetos sociais em prol da comunidade, em qualquer lugar temos que mostrar, gritar e pedir apoio. Homofobia é crime, diga não a homofobia. Os gays não são mais apenas cabeleireiros, estilistas e maquiadores, somos juizes, políticos, policiais e advogados. Com certeza eu estarei ai na parada gay de Maringá com muito prazer, desde que eu tenho a data aberta na minha agenda.</p>
<p>Obrigadíssimo de coração pela entrevista e beijos a todos meus conterrâneos que sempre me encho de orgulho em ser paranaense.</p>
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		<title>Wanderley Montanholi</title>
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		<pubDate>Thu, 22 Oct 2009 12:41:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>

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 Wanderley Montanholi  nasceu em Paranavaí, morou em Maringá e atualmente estuda no Rio de Janeiro onde recentemente foi protagonista do filme &#8220;Por outros olhos – Homofobia na Escola&#8221;. 
O filme é de uma parceria entre o Grupo Arco-Íris e a UFRJ. Em um mundo onde todo mundo é homossexual, um menino e uma [...]]]></description>
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		</div>
<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/Wanderley-Montanholi-6.jpg" alt="" /> Wanderley Montanholi  nasceu em Paranavaí, morou em Maringá e atualmente estuda no Rio de Janeiro onde recentemente foi protagonista do filme &#8220;Por outros olhos – Homofobia na Escola&#8221;. </p>
<p>O filme é de uma parceria entre o Grupo Arco-Íris e a UFRJ. Em um mundo onde todo mundo é homossexual, um menino e uma menina se apaixonam. Nessa realidade trocada, estes dois héteros têm de enfrentar os preconceitos e discriminações que LGBTs enfrentam no nosso mundo real.</p>
<p><a href="http://www.maringay.com.br/videos/por-outros-olhos-homofobia-na-escola/">Assista o filme!</a></p>
<p><strong>Como surgiu o convite para fazer o curta &#8220;Homofobia na Escola&#8221;?</strong><br />
Eu participei dos testes na sede do Grupo Arco-Íris aqui no Rio de Janeiro umas 2 semanas antes de ser selecionado, o projeto foi explicado para todos e acabei me interessando bastante por ele. O trabalho foi sem remuneração, então só trabalhou no curta quem realmente teve um interesse em especial pela garra desses garotos que nunca tinham sequer tocado em uma câmera. Quando recebi a notícia que seria o &#8220;Gutto&#8221; (protagonista) fiquei orgulhoso, era um tema delicado de ser abordado, mas muito gratificante no fim das contas. Mesmo que algumas pessoas ainda não estejam prontas para tratar de assuntos dos quais elas não entendam, o curta mostra de uma maneira delicada (e engraçada para alguns) como seria o mundo invertido, as realidades invertidas e o preconceito ao contrário. Tenho certeza que é um belo toque para a sociedade dizendo: &#8220;Qualquer tipo de preconceito é ridículo!&#8221;.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/Wanderley-Montanholi-4.jpg" alt="" /><strong>Onde você mora atualmente e como foi sua passagem por Maringá?</strong><br />
Atualmente eu moro no Rio de Janeiro, vim pra cá seguir essa carreira artística maluca, ser ator. Maringá é uma das coisas que mais me fazem falta hoje em dia. Uma cidade tranquila, com amigos de verdade, pessoas que realmente se importam com você, que gostam de você pelo simples fato de serem hospitaleiras. Eu nasci há 74 km de Maringá, numa cidade chamada Paranavaí. Parei em Maringá depois que não consegui fazer minha faculdade em Londrina e ganhei bolsa pra Direito em uma facul aí da cidade. Tive os melhores e os piores dias da minha vida aí, dividido com todos. Sem contar que não tem &#8220;noite&#8221; igual a de Maringá, os mais animados bares e as mais engraçadas situações. Resumidamente, Depois de alcançar meu objetivo profissional, eu volto a morar em Maringá e fico na escala PR-RJ!.</p>
<p><strong>Qual é sua melhor lembrança de Maringá?</strong><br />
As noites divertidas em que a gente virava a madrugada na rua, eu e os meus grandes amigos. Sem contar que minha &#8220;irmã&#8221; (grande amiga) é daí também, mesmo que atualmente ela more em Curitiba, ainda temos alma maringaense. É difícil dizer qual a melhor de todas as lembranças boas daí, mas posso dizer que todos os dias em que passei com o meu grupo de amigos, unidos, em qualquer lugar, seja na praça da catedral, seja nos bares da vida, seja até mesmo em casa fritando pastel, fizeram de mim quem eu sou hoje. E são eles que ainda me dão força pra continuar acreditando.</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/Wanderley-Montanholi-2.jpg" alt="" /><strong>Você sofreu algum tipo de preconceito em Maringá?</strong><br />
Bom, nem antes e nem depois da repercussão do filme. Graças a Deus nunca sofri nenhum tipo de preconceito, até por minha vida ser bastante reservada. Mas já vi amigos sofrerem preconceito em Maringá tanto pela cor da pele, quanto pela orientação sexual, ou fator de econômia social/familiar. Isso pra mim é degradante para o ser humano.</p>
<p><strong>Qual seu objetivo como ator?</strong><br />
Poder trabalhar apenas com arte e poder me dedicar a isso. Ser reconhecido demora um tempo, embora o reconhecimento já esteja chegando com alguns trabalhos que participei aqui no Rio e aí no PR. São 12 anos de carreira já, eu comecei aos 8 anos. Atualmente estudo para entrar na TV, como eram os inicias planos, e para dar meu melhor quando estiver lá. No fundo, no fundo, ser ator é apenas uma máscara para o que eu realmente gostaria de fazer &#8211; criar projetos sociais que envolvessem os grupos excluídos da sociedade &#8211; mas, para esses projetos serem reconhecidos, o criador precisa de um certo reconhecimento, e a arte, que é algo que eu amo, traz isso também.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/Wanderley-Montanholi-3.jpg" alt="" /><strong>O que acha do casamento gay?</strong><br />
Acho que como todas as pessoas os gays tem o direito de se unirem e firmarem relações estáveis e sólidas. Até legalmente falando isso daria uma segurança melhor aos parceiros e parceiras brasileiros em relação ao patrimônio que ambos venham a construir na duração da relação. Além disso, o casamento deve ser aproveitado por todos como um ato de demonstração de amor maior, e os gays/lésbicas tem todo o direto de demonstrar esse afeto. O que importa, bem lá no fundo, é o amor que um devota ao outro, não importa que este amor seja de duas pessoas do mesmo sexo ou não.</p>
<p><strong>Como esta sendo a repercussão do filme?</strong><br />
Esta sendo boa, como já esperávamos. As gravações foram puxadas, os dois diretores [Sylvia e Álvaro] se dedicaram a aprender em 6 meses de curso (incluídos no projeto) como era ser diretor de cinema, produtor, iluminador, sonoplasta e, no fim, tivemos um excelente trabalho para quem está começando. Gostei de ter participado no crescimento profissional deles e já estamos encabeçando outro projeto agora, com mais atenção e mais tempo de produção para consertarmos algumas falhas existentes no primeiro curta. É legal ouvir hora ou outra na rua: &#8220;Ei, tu não é o garoto do curta da UFRJ?!&#8221; &#8211; isso é bom!</p>
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		<title>Silvio Luiz</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Sep 2009 16:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
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Quando e onde foi sua primeira locução de futebol?
Na TV Record em Sâo paulo.
Tem saudades do seu tempo de repórter?
As vezes, tomei muita chuva. Hoje na cabine a gente está livre disso.
O que te irrita durante uma transmissão de futebol?
Som de retorno, ambienta mal equalizado e o dalay de 5 segundo.
Sua marca pessoal é o [...]]]></description>
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			</a>
		</div>
<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/s6.jpg" alt="" /><strong>Quando e onde foi sua primeira locução de futebol?</strong><br />
Na TV Record em Sâo paulo.</p>
<p><strong>Tem saudades do seu tempo de repórter?</strong><br />
As vezes, tomei muita chuva. Hoje na cabine a gente está livre disso.</p>
<p><strong>O que te irrita durante uma transmissão de futebol?</strong><br />
Som de retorno, ambienta mal equalizado e o dalay de 5 segundo.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/silvio-luiz.jpg" alt="" width="277" height="160" /><strong>Sua marca pessoal é o uso de irreverência durante as narrações, qual sua preferida?</strong><br />
Acho que todas tem o seu valor, depende da hora em que são colocadas.</p>
<p><strong>Porque trocou a Band pela RedeTV?</strong><br />
Por uma questão de sobrevivência. Fui demitido da Band por &#8220;economia&#8221;, o que não acredito, tem muita gente lá que não vê um palmo diante do nariz, não entende nada de TV e se incomoda com gente perto que saiba mais que eles.</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/Silvio.jpg" alt="" /><strong>Você já trabalhou em varias emissoras de TV, qual delas você não trabalharia mais?</strong><br />
Não digas desta água não beberei.</p>
<p><strong>O que você faz de melhor?</strong><br />
Dormir.</p>
<p><strong>Você já atendeu ao telefone durante uma transmissão?</strong><br />
Varias vezes e continuarei atendendo.</p>
<p><strong>Porque tirou as calças enquanto narrava um jogo?</strong><br />
Para brincar com o comentarista que estava muito sério.</p>
<p><strong>Qual time você torce?</strong><br />
Barueri.</p>
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		<title>Toni Reis</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 16:45:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[ILGA]]></category>
		<category><![CDATA[LGBT]]></category>
		<category><![CDATA[Toni Reis]]></category>

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De onde surgiu este seu interesse nas causas LGBT’s?
Primeiro foi com uma questão pessoal. Dos 14 aos 19 anos de idade tive muitos problemas de autoaceitação, e com a família, a igreja, na escola. Consegui começar a superar isso quando vim para Curitiba com 19 anos e participei de vários grupos de discussão sobre sexualidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/diretoria-toni-reis.jpg" alt="" /><strong>De onde surgiu este seu interesse nas causas LGBT’s?<br />
</strong>Primeiro foi com uma questão pessoal. Dos 14 aos 19 anos de idade tive muitos problemas de autoaceitação, e com a família, a igreja, na escola. Consegui começar a superar isso quando vim para Curitiba com 19 anos e participei de vários grupos de discussão sobre sexualidade na UFPR. Depois de formado, tive a oportunidade de morar 4 anos na Europa. Lá, participei de grupos LGBT, paradas e do encontro mundial da ILGA realizado em Viena em 1989. Quando voltei para o Brasil não tive dúvida em formar uma organização não governamental em Curitiba, que se chama Grupo Dignidade. O interesse que me motivou nisso foi contribuir para mudanças sociais para que outras pessoas LGBT não tivessem que passar pelo que eu passei na minha adolescência.</p>
<p><strong>O Sr. já esteve em Maringá, se já esteve qual suas lembranças da cidade?<br />
</strong>Já estive várias vezes em Maringá para dar palestras como sexólogo. Gosto muito da cidade, acho uma cidade muito arborizada. Também gosto da catedral, acho super linda, e a amabilidade das pessoas.</p>
<p><strong>Qual o inimigo numero 1 dos LGBT’s brasileiros?<br />
</strong>Hoje os religiosos fundamentalistas são os principais adversários da população LGBT, especificamente no Senado Federal, na pessoa do senador Magno Malta.</p>
<p><strong>Qual é o candidato ideal para a presidência do Brasil com maior disposição para as causas LGBT’s?<br />
</strong>Felizmente no Brasil na última eleição presidencial todos(as) os(as) candidatos(as) – Lula, Geraldo Alkmin, Heloisa  Helena e Cristovam Buarque – assinaram o compromisso que apoiariam a causa LGBT. Vejo hoje que os(as) pré-candidatos(as) Dilma Rousseff e José Serra são pessoas muito favoráveis aos direitos humanos. Claro, com todo o trabalho que foi feito de promoção da cidadania de LGBT no governo Lula, Dilma seria a candidata mais indicada para assumir a presidência e dar continuidade a esse trabalho.</p>
<p><strong>Toni Reis se candidataria a algum cargo político, qual?<br />
</strong>Eu já tive a experiência de ser candidato a vereador duas vezes em Curitiba. A primeira vez fiquei como suplente. Gosto muito da política partidária. Não está nos meus planos me candidatar novamente e não estou afiliado a nenhum partido atualmente. Mas nunca se deve falar “nunca”. Eu gosto da política, e quem sabe no futuro? Mas por enquanto meus planos atuais são de terminar meu doutorado e adotar e criar dois filhos.</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/dentro_o4_glbt.jpg" alt="" /><strong>O que o Sr. acha da mídia brasileira em relação aos LGBT’s?<br />
</strong>A mídia em geral tem dado um tratamento muito digno à comunidade LGBT, com algumas exceções. O que tem prejudicado a nossa imagem, a nossa cidadania, são os programas humorísticos que projetam imagens estereotipadas a nosso respeito, reforçando o preconceito.</p>
<p><strong>Em relação às novelas, qual retratou melhor o lado LGBT no Brasil?<br />
</strong>Em geral as novelas que tenho acompanhado têm retratado as pessoas LGBT de uma forma muito digna nos últimos cinco anos. Antes disso, houve algumas novelas que provocaram protestos da nossa parte por causa de inferências negativas, como por exemplo a novela em que o casal de lésbicas foi morto, e algumas novelas que reforçam estereótipos.</p>
<p><strong>O que o Sr. espera do movimento LGBT em Maringá?<br />
</strong>Primeiro, como paranaense espero que continuem se organizando, e que logo tenhamos a primeira Parada LGBT em Maringá. Faço questão de ir à primeira e darei todo meu apoio político. Espero que seja formada uma organização não governamental LGBT forte, que tenhamos um centro de referência LGBT, com advogados, psicólogos e assistentes sociais para contribuir para a defesa e promoção dos direitos humanos de pessoas LGBT na região norte do nosso estado.</p>
<p><strong>Qual a cidade mais homofóbica no Paraná que o Sr. já esteve?<br />
</strong>A homofobia existe em todo o Brasil, em todo o mundo e em todas as cidades, mas é um atributo de algumas pessoas, e não das cidades em si. Contudo, vejo que algumas cidades nas regiões norte e nordeste do país têm uma tendência mais forte à homofobia devido ao machismo. No Paraná eu não saberia nominar uma cidade específica.</p>
<p><strong><img class="alignleft" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/img_7397.jpg" alt="" /></strong><strong>Os católicos e evangélicos ajudam a manter a homofobia no Brasil?<br />
</strong>Os fundamentalistas, sim. Não podemos generalizar a respeito de todos os católicos e evangélicos, e com efeito tem muitos que são favoráveis à nossa causa. A Pesquisa Nacional Criminalização do Preconceito ou Discriminação contra Homossexuais, feita pelo Datasenado em 2008, mostra que 55% dos evangélicos são contra a homofobia e 75% dos católicos gostariam que a discriminação homofóbica fosse criminalizada. Por outro lado, os fundamentalistas, ou “literalistas” – aqueles que interpretam a Bíblia ao pé da letra – contribuem para a manutenção da homofobia. O que eu sempre falo é que leitura da Bíblia fora do contexto é pretexto para o preconceito.</p>
<p><strong>Qual conselho o Sr. daria para alguém que quer se assumir homossexual?</strong><br />
Primeiro, acho que todas as pessoas devem assumir a meta de ser feliz. A finalidade principal da vida é ser feliz. Se precisa assumir ou não a homossexualidade, isso depende de cada um, mas o assumir-se, por mais que possa ser dolorido inicialmente,  contribui para a realização pessoal e a felicidade.  Quem for se assumir deve se informar bastante, estudar, para poder falar com segurança sobre o assunto. É importante procurar conversar muito com a família, explicar o que é a homossexualidade, como se sente, mostrar que não é uma escolha deliberada. Procurar ter um grupo de amigos que possam dar suporte para evitar o isolamento.</p>
<p><strong>Qual foi o pior momento no trabalho do presidente da ABGLT?<br />
</strong>Na vida temos muitas ameaças e acho que é triste quando você recebe cartas de fundamentalistas colocando inverdades ou calunias sobre nossa vida. Mas eu sempre prefiro os 99% de coisas boas que fizemos e que ajudamos a construir, como a I Conferência Nacional LGBT, os seis Seminários LGBT que fizemos no Congresso Nacional, a presença e a fala do Presidente Lula na I Conferência, enfim&#8230; são bons momentos. Hoje há mais de 300 grupos LGBT no país, mais de 150 paradas, e é isso que temos que valorizar.</p>
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		<title>Bruno Caprony</title>
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		<pubDate>Fri, 22 May 2009 18:39:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Bruno Caprony]]></category>
		<category><![CDATA[Luxurius]]></category>

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		<description><![CDATA[
			
				
			
		
Quando surgiu a paixão pela profissão de Dj?
Foi quando eu comecei a ouvir a rádio Jovem Pan, eu ouvi falar do Dj Pazinha. A parti daí  eu comecei a gosta da música  eletrônica.
Qual é o seu estilo?
Eu não tenho muito estilo, sou o que sou e vivo um dia após o outro.
Qual foi [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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		</div>
<p><strong>Quando surgiu a paixão pela profissão de Dj?</strong><br />
Foi quando eu comecei a ouvir a rádio Jovem Pan, eu ouvi falar do Dj Pazinha. A parti daí  eu comecei a gosta da música  eletrônica.</p>
<p><strong><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/bruno.jpg" alt="" width="152" height="203" />Qual é o seu estilo?</strong><br />
Eu não tenho muito estilo, sou o que sou e vivo um dia após o outro.</p>
<p><strong>Qual foi a melhor festa que você já tocou?</strong><br />
Foi na “Batida 103” em São Paulo, foi a melhor.</p>
<p><strong>Quais são seus Dj&#8217;s e produtores favoritos?</strong><br />
Dj Andre HQ, Rafael Lelis, Gustavo Scorpio e Edson Pride.</p>
<p><strong>O que mais te irrita enquanto você esta tocando? </strong><br />
Quando chega alguém pedindo uma música que eu já toquei.</p>
<p><img class="alignleft" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/bruno-3.jpg" alt="" /><strong>Qual foi a situação mais inusitada que você já viu enquanto tocava na Luxurius? </strong><br />
Foi quando duas pessoas começaram a tirar as roupas e se pegarem no camarote, foi muito doido.</p>
<p><strong>O Dj Bruno tem algum diferencial para se apresentar?</strong><br />
Eu me considero diferente no meu modo de toca referentes ao outros Dj’s.</p>
<p><strong>Você toca o que gosta ou o que o publico gosta?</strong><br />
O que o pessoal gosta e um pouquinho do que eu gosto também.</p>
<p><img class="alignright" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/bruno-5.jpg" alt="" width="199" height="149" /><strong>O que você acha de Maringá para a música eletrônica?</strong><br />
Eu acho que tem que explorar mais isso aqui em Maringá, porque nas outras cidades o que domina é a musica eletrônica. Mais com certeza da para tirar boas colheitas aqui.</p>
<p><strong>Qual música atualmente mais agita a Luxurius?</strong><br />
Poker Face da Lady GaGa e Single Ladies da Beyoncé. Essas sim  quando  eu  toco a galera grita.</p>
<p><strong>Como você se vê em alguns anos?</strong><br />
Me vejo uma pessoa mais capacitada e bem de vida.</p>
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		<title>Oséias Miranda</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Apr 2009 18:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Oséias Miranda]]></category>

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Quando e onde você começou sua carreira de apresentador?
Comecei no ano de 2004, na Tv Tibagi, hoje Rede Massa, a princípio me queriam como repórter de rua, mas depois fizeram um teste e acabai como apresentador do extinto programa Aqui Agora. Fiquei no SBT por dois anos, quando me convidaram para a Rede Record, onde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><strong>Quando e onde você começou sua carreira de apresentador?</strong><br />
Comecei no ano de 2004, na Tv Tibagi, hoje Rede Massa, a princípio me queriam como repórter de rua, mas depois fizeram um teste e acabai como apresentador do extinto programa Aqui Agora. Fiquei no SBT por dois anos, quando me convidaram para a Rede Record, onde estou até hoje. Mas antes de ser apresentador, já trabalhei em rádio AM e FM. Desde minha adolescência era encantado pela comunicação.<br />
<strong><br />
</strong><img class="size-full wp-image-1097 alignright" title="oseias" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/oseias.jpg" alt="oseias" width="192" height="166" /><strong>Antes de ser apresentador você fazia o que?</strong><br />
Eu já fiz de tudo.Trabalhei com minha família, como feirante, fui office-boy de uma farmácia e até promoter de uma casa noturna, e um pouco antes de ser apresentador era gerente de uma emissora de rádio em Maringá.</p>
<p><strong>Você prefere trabalhar com Rádio, TV ou Internet?</strong><br />
Na verdade, prefiro tudo. Atualmente, tenho meu programa jornalístico na Rede Record, faço programa também de notícias na Rádio Cultura AM do grupo do Odiário e tenho meu blog de noticias na internet.</p>
<p><strong>Você se candidataria a vereador?</strong><br />
Já me convidaram. Só aceitaria se fosse para mudar esta nossa realidade. Acabar com essa farra. Porque só criticar não basta, precisamos fazer. Acho que eu somente quando pessoas sérias começarem tomando o lugar destes políticos sem vergonha na cara, vamos ter uma país melhor. Gostaria muito de um dia poder fazer isso.</p>
<p><strong>Qual o maior problema de Maringá?</strong><br />
Drogas, sem sombra de dúvidas. Por causa desta porcaria, a sociedade sofre muito, aumentaram-se os crimes de uma forma geral, as famílias sendo destruídas as poucos e os pais não sabem como educar o filho ou parente viciado. 9o% dos problemas da nossa cidade tem haver com as drogas.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-1098 alignleft" title="oseias752" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/oseias752.jpg" alt="oseias752" width="150" height="146" />Quais blogs você acompanha como fonte de notícias?</strong><br />
Edson Lima, Angelo Rigon, Odiário, Hoje notícias, Bar do Bulga, Diniz Neto, blog do Leonardo Filho, Blog do Ronaldo da CBN, blog do Gilson Aguiar, blog do Cleber França, blog do Vandré, G1, JM, entre outros. Quando você está na internet são muitas as informações, as vezes me mandam um post de um blog de outra cidade até mesmo de estado, acabo levando e fando até menção.</p>
<p><strong>Quais os programa de TV local você assiste com mais freqüência? </strong><br />
Raramente tenho tempo para ver alguma programa local. levanto muito cedo vou para a rádio, depois começo a produzir o meu programa de TV, na parte da tarde atendo clientes e cuido da internet, e noite procuro me preparar para o dia seguinte e dividir a atenção com minha esposa.</p>
<p><strong>Você acha que o Radio e TV estão perdendo espaço para a Internet?</strong><br />
A rádio que não usa a internet como ferramenta no dia-a-dia, perdeu muito espaço para a internet. Hoje em dia você fica muito mais tempo na frente de um computador, do que qualquer outra coisa, mas com a informatização é fácil ouvir a programação da emissora preferida, ou até mesmo acompanhar as noticias do Rádio AM no seu computador, com toda a emoção que o rádio transmite. Acho que o rádio sempre vai ter seu espaço.</p>
<p><strong>Qual seu publico alvo?</strong><br />
Com o programa de TV, Rádio, e internet acabo tendo que saber comunicar  com todo o público, desde crianças até idosos nas classes sociais A até E.</p>
<p><strong><img class="size-full wp-image-1099 alignright" title="oseias_miranda" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/oseias_miranda.jpg" alt="oseias_miranda" width="144" height="205" />Qual sua opinião sobre a lei da homofobia?</strong><br />
Primeiro, sou contra qualquer tipo de preconceito, acho que a humanidade seria mais feliz se todos tivessem uma mente mais aberta e pronta para discutir estas possibilidades. Ninguém é perfeito, como posso julgar? Todos falamos em respeito, mas precisos aprender a respeitar, para depois exigir o respeito. Não adiante só falar, precisa ser colocado em prática.</p>
<p><strong>Você é a favor ou contra o casamento gay?</strong><br />
Eu sou cristão, mas  acredito que a felicidade deveria ser alcançada por todos, independente se fosse através de um casamento gay, por exemplo. Acho  que o verdadeiro sinônimo de viver a vida é aquele que as vezes não adotamos, por vários motivos, nem tão pouco  defendemos ou  lutamos para isso, independente do que os outros acham. Acho que isso não é tão fácil neste sociedade.</p>
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		<title>Inri Cristo</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Apr 2009 14:24:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Inri Cristo]]></category>

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		<description><![CDATA[
			
				
			
		
Ouça a mensagem de Inri Cristo ao Maringay
O senhor já esteve em Maringá?
Sim, meu filho, já estive na cidade canção nos anos setenta, hospedado no hotel Ferraretto. A imagem que tenho como lembrança é que era uma cidade bela e arborizada.
O que o senhor acha do aborto?
A princípio não sou a favor do aborto, mas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: left; margin-right: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p><a href="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/mensagem-de-inri-ao-maringay.wav">Ouça a mensagem de Inri Cristo ao Maringay</a></p>
<p><strong>O senhor já esteve em Maringá?</strong></p>
<p>Sim, meu filho, já estive na cidade canção nos anos setenta, hospedado no hotel Ferraretto. A imagem que tenho como lembrança é que era uma cidade bela e arborizada.</p>
<p><strong>O que o senhor acha do aborto?</strong></p>
<p><a href="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/inri.jpg"><img class="size-full wp-image-917 alignright" title="inri" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/inri.jpg" alt="inri" width="260" height="260" /></a>A princípio não sou a favor do aborto, mas, como vivo dentro da realidade, sou racionalmente a favor da vida; todavia, vida com dignidade. Reconheço a necessidade da interrupção da gestação em determinados casos, dentre os quais anencefalia do feto, estupro e perigo de vida para a gestante, consciente de que a medicina vem de Deus (Eclesiástico c.38). Se o Altíssimo inspirou os cientistas facultando-lhes descobrir a anormalidade de um feto através da ultra-sonografia, obviamente está indicando a imperiosa necessidade de interromper em tempo hábil a gestação a fim de que não nasça um ser imperfeito; da mesma forma convém proceder ao se detectar que o feto ceifará a vida física da mulher ao desvencilhar-se do cordão umbilical. Enquanto o feto não é auto suficiente, não sobrevive independente da gestante, não representa uma vida, posto que o espírito só é acoplado ao corpo físico quando o nascituro aspira o primeiro hausto de ar vivificante. Não sou a favor do aborto, bom seria que ninguém pecasse. Todavia, como o ato sexual degenerado é uma realidade gritante e a explosão demográfica salta aos olhos, então, aborto em última instância é o único paliativo nas situações socialmente extremas (dentre os males, que prevaleça o menor). Os que se posicionam radicalmente contra o aborto não são estuprados. Ao contrário, não raro são eles os estupradores, geralmente de crianças&#8230; E mesmo que fossem estuprados, não correriam o risco de engravidar. É muito fácil e cômodo alguém que se diz representante de DEUS, escudado em seu luxuoso palácio, decidir que uma pobre mulher deve carregar em seu ventre o descendente de seu algoz estuprador.</p>
<p><strong>Qual sua opinião sobre as Igrejas?</strong></p>
<p>Há dois mil anos, eu disse: ‘Tu, porém, quando orares, entra no teu quarto e, fechada a porta, ora ao teu Pai em segredo. E o teu Pai , que vê o que se passa em segredo, te dará a recompensa” (Mateus c.6 v.6). Logo, não obriguei ninguém a ir à igreja. Eu ensino meus filhos a entrar em comunhão, em simbiose com Deus onde quer que estejam. Os filhos de Deus não necessitam de rótulo, uma vez que desfrutam de liberdade consciencial.</p>
<p><a href="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/inri-2.jpg"><img class="size-full wp-image-919 alignleft" title="inri-2" src="http://www.maringay.com.br/wp-content/uploads/inri-2.jpg" alt="inri-2" width="260" height="260" /></a><strong>Qual sua opinião sobre o uso da camisinha?</strong></p>
<p>Melhor seria que ninguém precisasse copular, que todos pudessem viver em pureza, como ensino meus discípulos, mas já que o ato sexual faz parte da vida dos habitantes da terra não só para fins procriativos e a explosão demográfica salta aos olhos, então eu recomendo a todos os meus filhos: usem camisinha, se protejam, se previnam de tantas pestilências que existem e se multiplicaram na atualidade, evitando também a gravidez indesejada. A camisinha é preferível ao anticoncepcional, pois não traz conseqüências à saúde da mulher. E eu posso lhes garantir, meus filhos, que ninguém será condenado ao inferno se usar camisinha.</p>
<p><strong>O senhor se candidataria a presidência da republica do Brasil?</strong></p>
<p>Eu jamais me candidataria a qualquer cargo, pois já vim com um mandato divino, não vim para disputar com os homens um lugar aqui na Terra.</p>
<p><strong>O senhor é contra ou a favor o casamento entre pessoas do mesmo sexo?</strong></p>
<p>Eu sou contra qualquer instrumento coercitivo que porta em seu bojo o elemento chantagem. Se casamento fosse bom, não precisaria de testemunha. Quem se ama de verdade não necessita de casamento nem de contrato, pois o amor verdadeiro une corações e se basta por si só. Os filhos que se amam e vêm à minha presença, concedo-lhes da parte de meu Pai a bênção nupcial.</p>
<p><strong>Na sua opinião, a homossexualidade é um pecado?</strong></p>
<p>O que é pecado? Tudo que fizeres que faz mal a ti e aos outros é pecado; tudo que fizeres que não faz mal a ti nem aos outros, não é pecado.  A opção sexual de cada ser humano é uma questão de foro íntimo, onde ninguém tem o direito de interferir. E meu Pai, Senhor e Deus me revelou que o ápice da evolução espiritual passa necessariamente pelos estertores da carne. Tão somente sou contra a apologia de qualquer tipo de conduta no que se refere à orientação sexual, seja ela qual for. Não considero salutar que fiquem tocando trombeta em público na hora de deixar aflorar seus instintos; a pessoa deve guardar sua opinião no foro íntimo.</p>
<p><strong>Qual seu maior objetivo?</strong></p>
<p>Dar consciência da lei divina aos meus filhos, para que, em conhecendo a lei, possam viver mais em harmonia com a natureza e com seus semelhantes.</p>
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		<title>Carlos Ouverney</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Mar 2009 18:24:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>da Redação do Maringay</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Carlos Ouverney]]></category>
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Quando e como você começou a freqüentar boates gays?
Comecei a freqüentar boates gays a 8 anos atrás, lembro-me como se fosse hoje que quando eu chegava na frente da boate, minhas pernas tremiam, de tão nervoso que eu ficava. Comecei a freqüentar quando encontrei um amigo que tenho amizade até hoje, e nós trabalhávamos juntos [...]]]></description>
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<p><strong>Quando e como você começou a freqüentar boates gays?</strong><br />
Comecei a freqüentar boates gays a 8 anos atrás, lembro-me como se fosse hoje que quando eu chegava na frente da boate, minhas pernas tremiam, de tão nervoso que eu ficava. Comecei a freqüentar quando encontrei um amigo que tenho amizade até hoje, e nós trabalhávamos juntos em um supermercado da cidade, e aos poucos fomos descobrindo que ambos éramos gays e ficamos muito amigos. Através dele, conheci outro amigo, e nós três fomos juntos pela primeira vez na boate, foi muito bacana e muito divertido, depois disso, nunca mais deixamos de sair junte freqüentar o meio.</p>
<p><strong>Como surgiu a Luxurius?</strong><br />
Um certo dia, quando estávamos saindo da boate, tinha um flyer no parabrisa do meu carro, olhei e vi que era da FESTA DO FAROL, em Presidente Prudente, festa do meu grande amigo Fábio. Como tenho o espírito aventureiro, chamei a galera e fomos na festa que naquele dia estava com um dos Espetáculos, hoje da minha grande amiga, Léo Áquilla, lembro que fiquei encantado e maravilhado com o show. Pensei: Será que toda vez que eu quiser ver Léo Áquilla, terei que vir pra cá? Não Né! Foi ae que coloquei na cabeça que queria realizar um evento de grande porte e que trouxéssemos Léo como atração, foi dito e feito, depois de três meses eu estava realizando a primeira festa com Léo, que foi no extinto Centro de Convenções do Aspen Park. Sucesso de critica e de publico, a primeira festa estavam presentes mais de 750 pessoas, um feito inédito até hoje na Região. </p>
<p><strong>Qual o publico alvo da Luxurius?</strong><br />
Nosso público alvo são jovens e adultos que gostam de uma boa música e um ótimo ambiente. Na sexta feira, temos bar com banda, muito bem aceito pelo público feminino. No Sábado temos boate, balada normal, pra galera de uma forma em geral e no domingo, uma boa musica com MPB. Perfeito para casais e amigos que queiram descansar da semana que passou. Alem disso, prestamos um serviço diferenciado para aqueles mais exigentes.</p>
<p><strong>O que você acha do mercado gay de Maringá?</strong><br />
Acredito que o mercado esteja amadurecendo, as pessoas estão se conhecendo mais e a cidade acaba incorporando cada ano que passa mais gays em nosso dia a dia. Um dos motivos que isto esta acontecendo são as universidades que atraem um publico bacana para a cidade. Mas de uma forma em geral, acredito que temos muito que evoluir, somos ainda taxados e vistos de forma diferenciada. Mas para isso é necessário a união dos gays de uma forma em geral que lutam em prol de uma única causa. Vejo também, que com o passar do tempo, as pessoas estão se soltando e se assumindo mais cedo, o que faz com que empresários enxergam melhor a necessidade do publico e invistam cada vez mais.  </p>
<p><strong>Qual o diferencial da Luxurius em relação às outras boates de Maringá?</strong><br />
Temos alguns diferencias em relação a outras boates, temos promoções para aniversariantes, promoção para cliente fiel, que o cliente ganha um free pass a cada dez visitas na casa, temos a promoção para quem é de longe, cidades acima de 100 km, temos camarotes personalizados com garçons disponíveis a noite toda entre outros detalhes.</p>
<p><strong>Você acha que teria espaço para mais boates em Maringá?</strong><br />
Acredito que não, por mais que Maringá esteja crescendo, uma boate como qualquer outro estabelecimento comercial precisa do público para sua sobrevivência e não são todas as pessoas que gostam de sair todos os finais de semana, isto acaba fazendo com que se tenha um rodízio de clientes e são estes clientes que acabam conduzindo cada final de semana. Com a abertura de mais uma boate, o público ficaria dividido, as boates iriam ter que ser concorrentes e acredito que a qualidade diminuiria. Isto não seria bom pra ninguém. No meu ponto de vista, vejo que faltam opções para a semana. Isto sim é necessário.</p>
<p><strong>Qual seus planos para o futuro?</strong><br />
Ae, são tantos, casar, ser feliz independente de qualquer coisa, abrir mais casas noturnas por outras cidades, me aperfeiçoar na minha área, pretendo fazer um MBA em Gestão Empresarial ou Marketing. Pretendo também oferecer novos produtos ao mercado gls, sempre buscando um diferencial.</p>
<p><strong>Qual foi sua festa preferida na Luxurius?</strong><br />
A minha festa preferida na Luxurius foi o Duelo das Divas, perfeito aquele show. Lembro que o povo pulava com a Desiree dublando a Cher, foi simplesmente maravilhoso, perfeito, alem de termos tido um excelente publico. Outra preferida foi a Celebration, sexta festa realizada que comemoramos um ano de Luxurius e trouxemos Silvetty Montilla que no dia sentou no bolo e caiu, quem estava lá não se esquece nunca. </p>
<p><strong>Você pode adiantar com exclusividade alguma festa para 2009?</strong><br />
Neste ano de 2009 vou realizar agora em Maio a CIRCUS, pela segunda vez e no final do ano uma festa com novos projetos. Detalhe: nunca antes explorado por aqui!</p>
<p><strong>Qual sua opinião sobre o casamento gay?</strong><br />
Sou a favor. Incondicionalmente penso que temos os mesmos direitos dos heterossexuais e que uma cultura tão ampla e que tenta beneficiar a todos como é a cultura dos brasileiros, tem uma grande falha em não olhar com outros olhos o casamento gay. Temos o mesmo direito de sermos felizes, de nos casarmos, constituirmos família, de chegarmos e falarmos, por que esta aliança? Por que sou casado, simplesmente isso. Não se trata de uma Utopia, se trata de uma realidade. </p>
<p><strong>Você pensa em se casar, ter filhos?</strong><br />
Sim, na questão anterior já deixei suspeitas sobre isso.. rssss. Aos trinta anos quero ter um filho, não adotado, quero ter um filho sangue do meu sangue. Tenho a curiosidade em saber como vai ser, se vai ser parecido comigo, se seguirá meus traços, meu gênio, quero ver minha mãe olhar pra ele e falar&#8230; vem netinho, vem correndo pra vovó&#8230;  </p>
<p><strong>Tirando a Luxurius, quais seus lugares preferidos para as noites em Maringá?</strong><br />
Gosto de cinema, cinesystem de preferência, rsss&#8230; gosto de sair pra jantar, sushiki amo de paixão, gosto de cachorrão quente também, aqueles típicos da esquina, mas quando quero reunir os amigos gosto de um programinha de hétero, sentar na mesa de um bar e tomar uma beer comendo churrasco..hehehe. Sou muito caseiro, trabalho o dia inteiro, amo chegar em casa e receber o namorado&#8230; alias, quem não gosta não é verdade?</p>
<p><strong>Se você fosse Dj por uma noite, o que tocaria?</strong><br />
Nossa gente, adoro vocal, amooooo!!!<br />
Quando vejo que a galera ta meio parada, chego e falo assim para o meu DJ&#8230; Bruno, toca musica up&#8230; ele já sabe o que significa. Mas eu tocaria musicas mais comerciais, puxando para o vocal, exemplo, Rihanna, Mariah Carey, tocaria Lélis, Whitney ( eterna ), Cher, Madonna, as antigas também tocaria, confesso não ser bom em guardar nomes das cantoras nem das músicas, mas temos que ter sexto sentido para isso&#8230; rsss </p>
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